Inspirações indianas. Matistela Gorayeb.










Pendente no carrinho de chá? Nunca tinha visto, adorei a idéia, é só manter o carrinho fixo.











Roberto Negrete, vale a pena conhecer.






Dupla de arquitetos aqui de São Paulo. Fernanda Abs e Fred Benederri.

Um aviso, as Calas são lindas, mas não duram nem 3 dias e são carinhas. É o tipo de flor que você compra para festa ou para fotografia rssss, só.








Inspiração natalina

Fotos londrinas

Imagens clicadas por Dan Duchars.


Caminho de luzes. Boa idéia para dia de festa ou só para iluminar o quarto a noite. Compra-se uma mangeira de luz em qualquer casa de material de construção.

Só podia ser escandinava mesmo.

House of Pictures, uma empresa dinamarquesa de decoração de interiores.




Arthur Casas

Como a maior parte dos brasileiros de sua geração, Arthur de Mattos Casas conviveu desde muito cedo com a arquitetura. Começou a formar sua consciência estética nos anos 60, quando Oscar Niemeyer assombrava o mundo com as curvas de Brasília, fazendo da arquitetura um assunto popular no país. Apesar disso, Casas se interessou muito mais pela arte con- creta e pela arquitetura de linhas retas que nasciam em seu quintal, a cidade de São Paulo.
A evolução de um repertório de influências absolutamente cosmopolitas é facilmente identificável em suas primeiras obras, dos anos 80: Bauhaus (na interação dos espaços e nos planos de vidro); Herbst (na necessidade de conciliar arquitetura e decoração), Chareau (no detalhismo)… Nesses primeiros trabalhos, é possível ver seu esforço em manter vivo um improvável diálogo entre a elegância de Mallet Stevens e Eileen Gray e o racionalismo dos mestres do modernismo local – Paulo Mendes da Rocha, Villanova Artigas, Rino Levi e Oswaldo Bratke.
Em meio a esse embate particular, o arquiteto passou incólume pelo pós-modernismo dos anos 80 e pelos apelos fáceis da arquitetura comercial dos anos 90. Casas foi conquistando assim uma marca pessoal, um estilo próprio, intransferível. Com essa marca, tornou-se um dos arquitetos mais conhecidos do Brasil. Ficou famoso pela coerência de seus espaços, onde tudo – das linhas arquitetônicas aos objetos que o habitam – remetia ao tal embate particular entre elegância e inteligência.No ano 2000, o arquiteto instalou-se em Nova York. Sob os eflúvios do mercado internacional, redescobriu-se brasileiro. O interesse crescente por formas e materiais típicos de seu país trouxe ao mundo um Brasil diferente, sem a obviedade étnica, sem os tropicalismos fáceis.
Com sua arquitetura e seu design, Casas difundiu um Brasil urbano, moderno. E, sobretudo, internacional. Ser brasileiro e soar internacional é apenas mais uma das ambivalências que caracterizam o estilo de Arthur Casas, um arquiteto que busca nos conceitos do modernismo a permanência dos clássicos, que foge do estilo da moda para permanecer contemporâneo, que parte do racionalismo para chegar à poesia.
João Carrascosa, jornalista
Chelsea, NY




5Th Avenue, NY




Arpoador - Rio de Janeiro